
Usinas solares elevadas sobre a lavoura da agricultura catarinense. A plantação segue produzindo embaixo, e a energia vai para o apartamento, o condomínio e o porto.
O mesmo sol que cai sobre a lavoura catarinense abastece quem mais precisa de energia limpa, previsível e com contrato.
Os painéis ficam no alto. A lavoura cresce na sombra parcial, sofre menos com o calor e perde menos água. O agricultor colhe e gera energia no mesmo chão.
Fontes: Sun'Agri (100 agricultores, 41 parcelas, 66 variedades) · EDP, projeto Sonho, Luz e Raiz, jul/2026.

Projeto em destaque · Santa Catarina
O que está acontecendo com a energia solar no Brasil e no mundo, explicado sem enrolação.

Uma cota de energia agrivoltaica por unidade. 400 kWh por mês, por 25 anos, sem placa no telhado e sem mensalidade.
Spa, coworking, adega e carregador veicular têm catálogo e fornecedor. A conta de luz continua lá, com o morador, pelas próximas três décadas.
Fonte: CBIC, Indicadores Imobiliários Nacionais e Regionais, 25 municípios catarinenses, 12 meses encerrados em março de 2026.

O agricultor catarinense cede a área sobre a lavoura. Não compra equipamento, não assume obra, não coloca capital.
A cada 20 cotas vendidas, uma usina de 68,8 kWp é construída. Nada sai do papel sem destino.
Geração compartilhada pela rede, como prevê a Lei 14.300/2022. O crédito cai na conta do apartamento, e o excedente acumula.
A cota cobre os perfis mais comuns de apartamento com folga. O que sobra abastece o carro elétrico: cerca de 800 km por mês.
Consumo mensal em kWh. Excedente calculado a 18 kWh por 100 km, uso misto real.
Tarifa residencial de R$ 0,95 por kWh com reajuste de 4% ao ano, premissa a conferir com a tarifa Celesc vigente em cada simulação. Em nenhuma das quatro formas o comprador desembolsa valor à parte.

A energia do porto nasce sobre lavouras da agricultura catarinense. E as famílias que plantam embaixo ficam com energia o ano inteiro.
Fontes: Antaq, Índice de Desempenho Ambiental · Porto de Imbituba · Governo de Santa Catarina · Datamar News.
Painéis elevados sobre a lavoura da agricultura familiar catarinense. Nada ocupa área do porto.
Geração remota pela rede da distribuidora, como prevê a Lei 14.300/2022.
A terra segue produzindo embaixo dos painéis, e a casa ganha energia o ano todo.

Quatro casos reais. Nenhum deles juntou porto, campo e lavoura no mesmo projeto.
Usina própria de 10 MW, que ainda vende o excedente.
Sistema solar inaugurado em maio de 2025.
Escolas, mercados e casas em 6 comunidades.
E com lavoura plantada embaixo dos painéis.
Fontes: Energetica India · Mercom · A União (PB), 11/11/2025 · Solomon Times · ONU Meio Ambiente (UNEP).

Energia limpa, agricultura familiar e comunidade no mesmo contrato. É exatamente o que as bancas dos maiores prêmios do setor procuram.
Prêmios reais, com vencedores reais. Ao lado de cada um, quem já levou com energia limpa.
O prêmio da Associação Internacional de Portos. Categorias Clima e Energia, e Comunidade. Em 2026 os finalistas de Clima e Energia são Bilbao, Hamburgo e Oslo.
Solomon Ports venceu Comunidade com energia renovável para 6 comunidades rurais, entre 53 projetos inscritos.
Congresso Internacional de Desempenho Portuário, com UFSC, Unisul e Universidade de Valência. O palco é catarinense.
Cabedelo levou em 2025 como primeiro porto público do Brasil 100% fotovoltaico.
Santa Catarina já tem 2 portos no top 3 entre 36 portos públicos. Energia limpa de verdade é o argumento para chegar ao primeiro lugar.
O maior prêmio ambiental da ONU. Em 2018 foi para o Aeroporto de Cochin, o primeiro do mundo 100% solar e com lavoura embaixo dos painéis.
Fontes: IAPH / World Ports Sustainability Program · El Estrecho Digital, 04/09/2026 · A União (PB) · Antaq · ONU Meio Ambiente (UNEP).
A usina não toma área de lavoura. A plantação segue embaixo, com menos perda de água.
600 kWh por mês e arrendamento para a família, com investimento zero.
Consórcio previsto em lei, com rateio por unidade e manutenção inclusa.
Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: 2, fome zero e agricultura sustentável · 7, energia limpa e acessível · 13, ação contra a mudança do clima.
O selo ESG Soul Synergy foi feito para aparecer: no stand de vendas, no material do lançamento e no relatório de sustentabilidade.





Os números que mostram por que energia limpa deixou de ser tendência e virou infraestrutura.
Fontes: Absolar, infográfico de potência instalada publicado pelo Canal Solar, out/2026 · Absolar citada pela WEG.
Quase metade dos lançamentos do Sul em 12 meses foi em território catarinense. Cada um deles é uma conta de luz de 25 anos esperando solução.
O país tem 3,9 milhões de propriedades da agricultura familiar e praticamente nenhuma gera energia para fora. O mapa oficial do agrivoltaico brasileiro tem 6 projetos.
Fontes: Censo Agropecuário IBGE · agrivoltaicobrasil.com, mapa de projetos, lido em ago/2026 · UFSC, 17/10/2025.
Tecnologia madura, medida em campo, operando há anos. O que falta no Brasil é quem ligue a lavoura a quem consome.
Sensores de solo e clima, mais de 20 modelos agronômicos. +3 °C na geada tardia, −4 °C na onda de calor.
menos água em média
Módulos bifaciais leste-oeste que liberam quase toda a área para a agricultura.
de geração por kWp contra o sistema convencional
Lavoura, gado, feno, pasto e pomar, com planejamento, financiamento e operação no mesmo pacote.
de energia renovável no portfólio
Fontes: Sun'Agri · Next2Sun · BayWa r.e., sites oficiais, lidos em ago/2026.
A Lei 14.300/2022 criou o marco da geração distribuída e prevê geração compartilhada por consórcio, cooperativa, condomínio civil ou associação. A exigência é uma só: usina e unidades na mesma área de concessão.
O modelo de assinatura de energia, sem obra e sem placa no imóvel, já atende consumidores em mais de 120 cidades.
Fontes: Lei 14.300/2022 · Órigo Energia, site oficial, ago/2026.


Mercado solar, agrivoltaica, condomínios, portos e ESG. Tudo com fonte.
Mande um lançamento seu que ainda não foi a mercado. Em uma semana devolvemos a simulação completa: consumo, usina e contrato. Sem custo e sem compromisso.